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Lançando o seu primeiro livro, o poeta bageense Andrey Derzette brinca com a linguagem em Glitches, com um ''colorido humor negro''. Uma resenha sua merece um texto nos mesmos moldes.
24 de Fev, 2026 • 1 mês atrás

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Glitches é o primeiro livro do bageense Andrey Derzette, pela editora Munganga. Lançado oficialmente em fevereiro de 2026, Glitches é composto por poemas que exploram falhas no sistema, usando quebras inusuais de linguagem. Tanto os poemas escritos quanto os ‘’pictogramais’’ brincam com a codificação do pensamento humano, tocando as bordas do sistema linguístico e as suas potencialidades.
Se Glitches performa a assuidez do autor em ambientes híbridos, bem como na tradição literária, nessa resenha, exploramos brevemente as sintomáticas quebras das normas cultas em uso. Não dissecamos o livro nem adentramos nos seus febris artifícios, apenas diagnosticamos o uso esquizotípico da língua, que é o germe da obra.
Exploring: DERZETTE, A. Glitches. 1 ed. Natal: Munganga, 2025. 44 p.
🗡️: Uso hipervigilante da língua materna e madrastais, com excesso de situações-prêmio, em que o leitor é levado a decifrar intenções linguísticas e uso de emojis, que podem significar muita coisa ou, claro, nada. A cada segundo tentando, sem êxito, decifrar um poema, um dano é infringido ao player.
Nota do autor: à primeira leitura, pareciam-me, os poemas visuais, apenas emojis embaralhados, sem significados secundários. Use Glitches como livro de cabeceira para decifrá-los.
📡: Emulação de paranoia identificada.
Transgredindo regras da norma culta, o autor se propõe a transplantar os seus leitores a um cenário em que, se houvesse sons, escutar-se-iam ruídos metálicos, advindos de animais marinhos que, no fundo do oceano, tentam se libertar de correntes com enormes bolas na extremidade. Também seria detectado um chiado insistente, talvez de um gigante cérebro humanoide, ecoando através de eras. Em seu bunker, ele repete ‘’vigiai e criai’’.
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🎯: O autor se diferencia ao permitir-se brincar com as palavras e, consequentemente, com os leitores. Sua escrita, altamente projetiva, engendra uma alma virtual e um coração que não pulsa sangue, mas impulsos elétricos.
A Munganga é uma editora situada em Natal/RN. Para conferir outras publicações, pode acessar o seu perfil no Instagram.
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