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Imagem de capa da notícia: O intercâmbio cultural através da gastronomia no Mercado Municipal de Juiz de Fora
OpiniãoCultura e entretenimento
Foto: Prefeitura de Juiz de Fora/Divulgação

O intercâmbio cultural através da gastronomia no Mercado Municipal de Juiz de Fora

Em um lugar símbolo da mineiridade, Bete Baiana conquista os juizforanos com o sabor da Bahia

Foto de Luana Giovannini

Luana GiovanniniJornalista verificado

Bacharel em Jornalismo, Universidade Federal de Juiz de Fora

Estudante de Jornalismo
Estudante de Jornalismo

24 de Jul, 2026

·

2 min de leitura

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No Mercado Municipal de Juiz de Fora a chefe de cozinha, Bete Magalhães, dona do Awurê, espalha a cultura baiana e ensina os clientes a comerem. Bete Baiana, como gosta de ser chamada, usa o restaurante como forma de ensinar mais da sua cultura. A chefe disse que “O mineiro tem uma resistência [com a comida baiana] por achar que é uma comida apimentada, mas não é, a pimenta é uma opção". Bete une os sabores de Minas e da Bahia, e transforma o Mercado em um lugar de intercâmbio cultural.

OUÇA A BETE!

Mas o tempero da Bete não atrai só os mineiros curiosos, ela também atraiu um cliente que veio diretamente da Colômbia e encontrou no restaurante uma forma de se sentir mais perto de casa. Juan Moncaleano mora em Juiz de Fora há dois anos e descobriu a culinária baiana no restaurante da Bete.

OUÇA O JUAN!

Bete veio para Juiz de Fora para participar de um congresso em 2017, gostou da cidade e resolveu ficar. Agora, cozinhar pratos típicos do seu estado virou também uma forma de matar a saudade de casa. Para ela, o baiano pode até sair da Bahia, mas o dendê não sai sangue do baiano. 


*Matéria produzida para a disciplina de Laboratório de Radiojornalismo no curso de graduação em Jornalismo da UFJF.

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