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Liderando de ponta a ponta, Lando Norris venceu o GP do México com 30 segundos de vantagem sobre o segundo colocado, Charles Leclerc, e reassumiu a liderança do campeonato mundial de Fórmula 1.
27 de Out, 2025 • 6 mêss atrás
A corrida começou com confusão logo na largada, menos para Lando Norris. O pole position fez uma saída limpa e manteve a ponta mesmo com o caos se formando atrás. O Autódromo Hermanos Rodríguez tem a maior distância entre a largada e a primeira curva de todo o calendário, o que transforma a reta em uma ótima oportunidade para quem parte mais atrás se aproveitar do vácuo e ganhar posições.
Por conta disso, e também das altas temperaturas da pista, muitos pilotos optaram por largar com pneus macios, buscando mais aderência e ritmo. Alguns ainda conseguiram guardar um jogo novo para a corrida, como Norris e Leclerc, após um bom gerenciamento dos pneus durante a classificação de sábado.
Embora as retas longas normalmente sejam o ponto fraco da McLaren, Norris teve uma largada impecável e manteve o controle da prova, abrindo cada vez mais distância sobre Leclerc. Entre os líderes, ele foi o único a ter um início tranquilo.
Logo atrás, Max Verstappen tentou um mergulho agressivo na primeira curva, colocando-se lado a lado com Leclerc e Lewis Hamilton. O holandês acabou saindo da pista e passando pela grama, mas voltou à frente de George Russell, sem receber punição, mesmo após o protesto do piloto da Mercedes via rádio.
Pouco depois, um novo incidente envolveu Verstappen, Hamilton e Russell. Ao tentar se defender do ataque de Verstappen, Hamilton travou os pneus e foi para a área de escape. Em vez de seguir a rota de retorno indicada pela FIA, ele voltou à pista pela grama, reassumindo a terceira posição. A direção de prova investigou a manobra e aplicou uma punição de 10 segundos a Hamilton por ganhar vantagem fora dos limites da pista.
No meio da confusão, Russell foi o principal prejudicado: caiu de quinto para sétimo, enquanto Verstappen perdeu a quarta posição para Oliver Bearman, da Haas. Logo atrás, o britânico ficou preso entre seu companheiro de equipe Kimi Antonelli e Oscar Piastri, da McLaren, que tentava ultrapassá-lo a qualquer custo. As disputas entre os três renderam várias mensagens exaltadas no rádio.
Enquanto isso, Norris seguia tranquilo, ampliando sua vantagem sobre Leclerc a cada volta.
Nos momentos finais, Verstappen pressionava Leclerc em busca do segundo lugar, e Piastri tentava ultrapassar Bearman para garantir a quarta colocação, ambos com o DRS ativado. Essas ultrapassagens seriam decisivas: se Verstappen passasse Leclerc, diminuiria ainda mais a diferença na tabela do campeonato mundial; se Piastri passasse Bearman, manteria a liderança do campeonato.
Mas tudo mudou na volta 70, de 71, quando Carlos Sainz rodou e parou fora da pista, provocando bandeira amarela e safety car virtual. As ultrapassagens foram impedidas, congelando as posições até o final.
Norris cruzou a linha de chegada com 30.324 segundos de vantagem sobre Leclerc, que terminou em segundo, seguido por Verstappen em terceiro. Piastri ficou em quinto, resultado que devolveu a Norris a liderança do campeonato mundial.
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